terça-feira, 17 de maio de 2011

- Ciúmes.

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Eu tenho ciúmes de você. Quem nunca sentiu ciúmes por alguém que atire a primeira pedra. Mas atire no próprio coração. E tente por favor não enganar os outros nem a você mesmo. O ciúme é tão bonito, tão puro e divino quanto o amor. Se você ama. Você deve ser ciumento. Posso dizer que hoje eu sinto ciúmes. Sim. Sinto ciúmes de você. Daquele que não me ama. Daquele que nunca terei ao meu lado. Paro pra pensar e me questiono o porque. Justo eu sentir isso por você. Confundo com ilusão. Certo. Tenho ciúmes de você é fato. Amo e respeito você. Claro. Ainda não estou preparado pra dizer EU TE AMO. Mas sim, digo EU TENHO CIÚMES. Meu pensamento sabe que eu não deveria. Meu coração, porém, não me ouve. Apenas sente. Preciso me controlar, eu sei disso. Te vejo pela cidade e não é ao meu lado. Quero te abraçar bem forte, mas não posso. Quero sentir teu corpo junto ao meu, mas resisto. Caio então na realidade. Sinto borboletas pelo estômago. Quero meu lábio junto ao teu. Quero que saia da minha boca um simples, entretanto, sonoro, eu te amo. Quero como resposta um singelo, eu também. Então eu penso. O ciúme é bom. É o amor em excesso. É a paixão que corre nas minhas veias. Eu tenho ciúmes de você.
Diego Becker.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

- Colocar no papel, a melhor saída!

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A chuva bate fina e delicada na janela. O frio vem junto, acompanha cada gota. Coloco minha mão para fora  e sinto a água gelada escorrendo entre meus dedos. Paro e volto então a realidade. Tento me deitar e dormir. Não consigo. Algo estranho aperta em meu peito. A insônia me domina. Penso então em escrever. Escolho um tema. O amor. Como inspiração, uma música. Começo a desenhar cada letra no papel, palavras se formam e aquele aperto fica mais forte. Me machuca. Me corrói. Tento colocar tudo isso naquela pequena folha de papel. Ao falar de você, meu olhos se enchem de lágrimas. Sinto uma delas deslizar pelo meu rosto ao escrever seu nome. Não me deixo abater. Não posso. Não devo. Meus pensamentos e meu punho fazem me lembrar do teu beijo, do teu abraço, da forma como você me pegou. Você me faz tremer. Me coloca em transe. É algo que não consigo mais dominar. É mágico. E tudo isso fica no papel. Ao terminar, sinto que o aperto se foi. Mas o amor? O sentimento mais puro, sublime e bonito. Esse fica para sempre. Guardo o que escrevi em uma caixa com cartas e declarações. Me deito. O travesseiro é meu fiel companheiro. Sente cada lágrima que cai dos meu olhos apaixonados. A insônia passa. Começo a ficar sonolento e penso. Essa foi a melhor saída que eu tive pra dizer o quanto alguém pode se tornar especial. Não deixe nunca o sentimento do amor morrer. Um carinho, um 
beijo de boa noite, um abraço. É tudo que preciso.
Diego Becker.

- enfim.

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e esse é apenas o começo. eu diria o início de uma série de textos que farei. todos de minha autoria. inspirações do dia a dia. da vida. dos encontros e desencontros. enfim. quero aqui me expressar e assim poder mostrar a todos o que se passa dentro de mim.
umbeijo, Diego Becker.